Gestão hospitalar, utilizando ferramentas modernas nas principais áreas vitais de Unidade Hospitalar, Maternidade e em Unidades de Pronto Atendimento, implantação de re-estruturação e recuperação técnico-financeira, modernização da gestão, com o aprimoramento na assistência prestada aos usuários, dentro de padrões de qualidade;

       Modernização e eficiência dos serviços prestados à população nas áreas de saúde, em especial no Programa de Saúde da Família e Agentes Comunitários de Saúde, Serviço de Remoção e Resgate, Programa de Vigilância à Saúde e Recursos Humanos para Atenção Básica, Secundária e Hospitalar;

       Treinamento de pessoal da área de contas médicas, com análise de glosas, revisão de prontuários, levantamento de desvios e distorções;

       Desenvolvimento da assistência, com a implementação dos cuidados referentes à atenção especializada, ambulatorial e hospitalar, nos atendimentos de urgência, emergência e eletivos de forma integrada e hierarquizada com a rede de atenção básica;

       Desenvolvimento de assistência, com implementação dos cuidados relativos à rede básica dos municípios, em todos os níveis de atenção primária: promoção de saúde, prevenção de doenças, tratamento de agravos concernentes à atenção primária e garantia prioritária do acesso da população ao sistema, através das Unidades de Saúde da Família;

       Implementação da gestão de sistema municipal de saúde;

       Supervisão dos custos praticados na compra de medicamentos, materiais médicos-hospitalares, equipamentos, móveis, uniformes, materiais de escritório e informática;

       Supervisão de contratação dos profissionais devidamente habilitados para os devidos cargos: Supervisão de Faturamento. Auditoria da folha de pagamento e recursos humanos; Atuação de modo a prevenir conflitos de interesse entre os elementos humanos de empresa, buscando a harmonia na natural diversidade de perspectivas;

       Desenvolvimento da gerência central, com a implementação da gestão do sistema municipal de saúde.

 

       São entidades jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, legalmente constituídas, regidas pelas disposições legais que lhe são aplicáveis, em especial pelos artigos 53 e seguintes do Código Civil, pelos dispositivos previstos na lei federal nº9. 637/98 e na lei estadual complementar nº846/98, do Estado de São Paulo, estão habilitadas para desenvolver serviços e atividades na área da saúde, tais como:

► Prestar assistência médica, ambulatorial e hospitalar.

► Prestar serviço de promoção e assistência social.

► Promover o ensino e a pesquisa na área da saúde e assistência social.
Praticar atividades compatíveis com seus objetivos sociais e assistenciais.

► Implementar políticas voltadas á medicina preventiva á população, com vistas á redução de custos operacionais na prestação de serviço de medicina curativa.

► Desenvolver projetos e programas na área da saúde, tanto no campo preventivo como curativo.

► Celebrar contratos de gestão de pessoas jurídica de direito publico, em todas as esferas de governo, visando à implementação de ações na área da saúde.

 

       Existe a possibilidade de celebração de um contrato de gestão do Poder Público com entidades privadas sem fins lucrativos que exercem atividades de interesse público. Contrato de gestão, neste caso, seria um ajuste entre o Estado e a entidade qualificada como organização social, com o intuito de formar uma parceria entre as partes para fomento e execução de atividades de ensino, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, cultura, saúde e preservação do meio ambiente, conforme se apreende da Lei nº 9.637/98 (art. 1º e art. 5º).

       Nesta hipótese de contrato, também serão fixados metas a serem alcançadas pela organização social que receberá, em contrapartida, uma série de benefícios do Estado como verbas orçamentárias.

       Dentro do processo de contratualização das OS, o papel do contrato de gestão é o de estabelecer objetivos, metas e indicadores que deverão ser observados na avaliação de desempenho destas organizações, além de estabelecer responsabilidades do contratante quanto a compromisso assumidos á transferência de recursos financeiros e à cooperação técnica necessária á consecução dos resultados esperados.

       Implementados dentro da organização. A desagregação de metas da unidade entre seus diversos setores e entre os RHS que compões cada setor indica os resultados a serem buscados entre estes (setores profissionais). Essas metas e indicadores são pactuados entre contratante e contratado com base na avaliação da capacidade instalada das unidades e da série histórica sobre a produção dos serviços de saúde.

       A existência de um sistema de metas permite uma melhor avaliação do desempenho setorial e pessoal de RHS das unidades de saúde, alem de indicar os critérios de eficiência com qual esta opera. Os níveis de eficiência e eficácia alcançados constituem-se em aspectos fundamentais da capacidade gerencial da rede de comando de qualquer organização. No caso das OSS’s, o cumprimento das metas estabelecidas no contrato de gestão configura cláusula contratual que condiciona a sua manutenção (do contrato).

       Os contratos de Gestão constituem-se em instrumento fundamental para o disciplinamento da relação púbico-privado, como também entre entes públicos, como no caso da relação entre agências e os órgãos aos quais estas se vinculam. O contrato, ao definir os objetivos e metas a serem alcançados pelo contratado e as condições a serem observadas pela parte contratante, estabelece a direcionalidade dos processos de trabalho para as partes envolvidas na contratualização.

 

       Implantar projetos nas áreas de Saúde, Educação e Tecnologia, oferecendo serviços de Gestão, Assessoria, Gerenciamento Técnico e Administração da Gestão Operacional dos Programas.

       A ABBC pretende, com suas ações, melhorar a qualidade de vida da população, entendendo suas necessidades e oferecendo soluções.

ABBC
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BENEFICÊNCIA COMUNITÁRIA